Desafios da conservação da muralhas de Évora
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- Criado em 18-06-2023
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Desenho de Susana Coelho
Desafios da conservação da muralhas de Évora em debate no Grupo Pro-Évora
20 de Junho de 2023
A conservação das muralhas e do sistema defensivo de Évora apresenta uma série de desafios que requerem a definição de metodologia e estratégias de intervenção continuada para garantir a sua preservação e valorização. Este é o mote do debate que se realizará na sede do Grupo Pro.Évora, na Rua do Salvador n.º1 no próximo dia 20 de Junho, pelas 18 horas, aberto a todos os interessados.
A conservadora restauradora Susana Coelho e o arquitecto Eduardo Miranda apresentarão os fundamentos e a própria metodologia definida, a proposta de intervenção e a estratégia de conservação, de que são objectivos gerais o estudo do monumento e dos vestígios arqueológicos associados, e a sua valorização como elemento estruturador do espaço urbano da cidade.
Esta sessão pública segue-se à realizada no dia 13, onde o historiador Manuel Branco e o arquitecto Eduardo Miranda equacionaram a História das Muralhas e a sua relação com a evolução urbana de Évora.

Desenhos de Susana Coelho
As Muralhas de Évora em debate no Grupo Pro-Évora
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- Criado em 08-06-2023
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Desenho de Eduardo Miranda
As Muralhas de Évora em debate no Grupo Pro-Évora
13 de Junho de 2023
As muralhas da cidade de Évora vão ser o tema em debate na sede do Grupo Pro-Évora (GPE) no próximo dia 13 de Junho. Serão oradores o historiador Manuel Branco, que falará sobre a História das Muralhas, e o arquitecto Eduardo Miranda, que falará sobre as Muralhas e a Evolução Urbana.
Na história da cidade europeia, as muralhas e as fortificações constituíram o limite do espaço urbano e uma barreira ao seu crescimento, sendo indissociáveis dos ciclos de evolução urbana até à modernidade. Enquanto limite físico, as muralhas foram elementos fundamentais da estrutura urbana. Afastado o perigo muçulmano, com a conquista total do Algarve em meados do século XIII, a cidade de Évora cresceu para fora da velha muralha romana, criando-se arrabaldes.
Em meados do século XIV, permaneciam latentes as tensões com Castela, havia movimentos “populares” um pouco por todo o ocidente e permanecia o receio de uma ofensiva muçulmana em grande escala; mas deve ter sido a crise provocada pela eclosão da Peste Negra que determinou a urgência de criar uma “cerca nova”, defensiva e sanitária, que protegesse a cidade e seus arrabaldes.
Esta iniciativa integra-se no ciclo Conversas d’Évora, que o GPE realiza há alguns anos, e ocorrerá na sede da Rua do Salvador, 1, a partir das 18 horas, aberto a todos os interessados. No dia 20 de Junho, no mesmo local e à mesma hora, realizar-se-á um segundo debate sobre as muralhas da cidade, agora centrado nos Desafios da Conservação, sendo oradores a conservadora-restauradora Susana Coelho e o arquitecto Eduardo Miranda.

Desenhos de Eduardo Miranda
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